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22/08/2018

Certajanos participam do 17° Fórum de Gestão de Pessoas

Evento aconteceu nesta segunda-feira (20), no Teatro da Feevale, em Novo Hamburgo A Associação Brasileira de Recursos Humanos do

Evento aconteceu nesta segunda-feira (20), no Teatro da Feevale, em Novo Hamburgo


A Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio Grande do Sul (ABRH-RS) promoveu o 17º Fórum de Gestão de Pessoas da ABRH-RS, nesta segunda-feira (20), com o tema “Liderança em Tempos de Mudança”. O encontro ocorreu no Teatro da Feevale, em Novo Hamburgo, e reuniu o palestrante e empresário Roberto Shinyashiki, o CEO da Inova Consulting, Luís Rasquilha, e apresentou um painel com cases das empresas SAP, Sicredi e Bia Brazil. Dezesseis certajanos das duas cooperativas participaram.


Rasquilha apresentou a palestra “Viagem ao Futuro: a mudança de era e o profissional conectado”. Segundo ele, o mundo tornou-se plano e, hoje, concentra-se na palma da mão dos seres humanos. “O retrovisor é menor que o para-brisa, pois o caminho que está por vir é mais importante do que o já trilhado. A única saída é preparar-se e não resistir às transformações” finalizou.


Shinyashiki tratou da temática “Liderança Exponencial”, e afirmou que inovação não é somente tecnologia, mas também a atitude do profissional. “Não aplauda cases disruptivos como Airbnb e Netflix. Faça como eles e contrarie a lógica”, complementou.


No painel de cases, o diretor Executivo do Sicredi, Solon Stahl, apresentou os diferenciais da cooperativa que possui 115 anos de existência. “O que nos trouxe até aqui não nos manterá para os próximos 10 anos. Olhamos para o futuro sem perder nossas raízes”, relatou.


Já a fundadora e proprietária da Bia Brazil, maior exportadora de roupas de ginástica do Brasil, Beatriz Dockhorn, discorreu sobre a atuação globalizada da empresa que fundou em 1994. “Em 1996, éramos a primeira micro e pequena empresa que exportava no Brasil. Hoje, temos franquias em mais de 60 países”.


Já o customer success manager da SAP, Filipe Rollof, enfatizou que empresas inclusivas lucram mais e são mais propensas à inovação. “Quando falamos de diversidade, trata-se de uma análise demográfica do ambiente externo e interno da organização. A perda anual das empresas pelo machismo estrutural no mundo alcança 12 trilhões de dólares”, concluiu. Segundo Filipe, a segurança psicológica é um dos fatores mais importantes para o sucesso das organizações.


Fonte: www.abrhrs.org.br - adaptado

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