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21/07/2022

Dia do Colono e do Motorista: na plantação e na estrada, profissionais das áreas reúnem histórias inspiradoras

Para comemorar a data, que será celebrado na próxima segunda-feira (25), a CERTAJA Energia traz a história de Fabiano Gustavo V


Para comemorar a data, que será celebrado na próxima segunda-feira (25), a CERTAJA Energia traz a história de Fabiano Gustavo Viegas, produtor rural que também tem as estradas como ambiente de trabalho


Na próxima segunda-feira (25), é celebrado o Dia do Colono e Motorista. Essenciais para o processo produtivo do país, não faltam histórias de homens e mulheres que tiram da terra e das estradas não apenas o seu sustento, mas também o da sociedade. Um bom exemplo é o caso de Fabiano Gustavo Viegas, de 35 anos, produtor de citros na localidade de Calafate, em Montenegro.


Segundo Viegas, sua jornada começou ainda criança. Afinal, a família já trabalhava com citros ainda nos anos 1970, primeiro com seu avô, depois com seu pai. Desde 2000 em Montenegro, a família Viegas transformou a propriedade de 18 hectares em uma referência dentro do segmento. "Temos uma relação bastante estreita com grandes mercados na Região Metropolitana. Além disso, entregamos no CEASA desde 2006 e atendemos pedidos importantes até no sul do estado", conta Fabiano.


A produção da família Viegas conta com cinco tipos de bergamotas - Caí, Pareci, Ponkan, Montenegrina e Morgote - e laranja do céu. De acordo com o produtor, a colheita rende cerca de sete a oito mil caixas por ano - e aumenta exponencialmente. Seu manejo - poda, pulverização e adubação - demanda o ano todo de atenção: a poda, de outubro a dezembro; depois, de janeiro a maio, é feito o raleio, que é tirar o excesso do fruto verde do pé.


“No término da colheita da bergamota verde, que não amadureceram o suficiente, começamos com a colheita da bergamota caí, que é a primeira variedade. Já saímos de um serviço e entramos para outro”, explica.




 

Produtor e motorista


Mais do que produtor, Fabiano também é motorista. Isso porque, enquanto ele conta com o auxílio de três colaboradores safristas para a colheita, as entregas são responsabilidades exclusivamente suas. "É importante porque assim conseguimos ficar próximos dos empresários e ter uma relação mais íntima. Eles nos conhecem e sabem da nossa seriedade, o que facilita todo o processo", conta.


Depois da colheita, é feito o beneficiamento do fruto. No caso, uma máquina lava a fruta e a partir disso é feita uma seleção. “Pego os pedidos dos clientes, que variam a partir do que o mercado quer, se uma fruta de maior qualidade ou algo para uma promoção, faço o carregamento do caminhão e entrego. E isso o ano todo", conclui.






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